terça-feira, 1 de novembro de 2011

etetromagnetismo

                                      







O que é medidor de energia?

     Medidor de energia elétrica é um dispositivo ou equipamento eletrônico capaz de mensurar o consumo de energia elétrica.

                                   Qual é a função do detector de metal?

    Detectores de metais, utilizam campos eletromagnéticos para realizar a detecção de metais, ferrosos e até mesmo os não ferrosos. Tais equipamentos geralmente possuem ajustes de níveis de sensibilidade, para determinar o volume de metal a ser detectado e alguns possuem até mesmo a capacidade de selecionar o tipo do metal.


                                                   Onde são usados!

http://www.google.com/search?hl=pt-BR&client=ubuntu&hs=Rys&channel=fs&biw=1360&bih=565&q=microfones&gs_sm=e&gs_upl=55976l62838l0l65097l2l2l0l0l0l0l1064l1779l6-1.1l2l0&um=1&ie=UTF-8&tbm=isch&source=og&sa=N&tab=wi
                                              Separadores de materiais ,                                              Segurança de aeroportos ...

                                                 


                                                      Microfones.


http://www.google.com/search?hl=pt-BR&client=ubuntu&hs=Rys&channel=fs&biw=1360&bih=565&q=microfones&gs_sm=e&gs_upl=55976l62838l0l65097l2l2l0l0l0l0l1064l1779l6-1.1l2l0&um=1&ie=UTF-8&tbm=isch&source=og&sa=N&tab=wi



  O microfone é um transdutor que converte o som em sinais elétricos. Microfones são usados em muitas aplicações como telefones, gravadores, aparelhos auditivos e na transmissão de rádio e televisão.
A invenção de um microfone prático foi crucial para o desenvolvimento inicial do sistema telefônico. Emile Berliner inventou o microfone em 4 de março de 1877, porém, o primeiro microfone utilizável foi o inventado por Alexander Graham Bell. Muito do desenvolvimento inicial no desenho dos microfones foi alcançado nos Laboratórios Bell.
    O microfone converte vibrações mecânicas na gama audível (em frequências de 20Hz a 20kHz - seja no ar, água ou num material sólido) em um sinal elétrico. Na maioria dos microfones em uso as ondas sonoras são convertidas em vibrações mecânicas através de um diafragma fino e flexível e em seguida convertidas em sinal elétrico através de bobina móvel ou por carga e descarga de um condensador. No caso de microfones de condensador estes necessitam de uma tensão de alimentação contínua, chamada de phantom power, que é de facto uma tensão de polarização.
Diretividade
   Em relação ao tipo de transdução acústica há dois tipos de microfone: microfones de pressão (esses são muito ruins mesmo) e microfones de gradiente de pressão (qualquer microfone com propriedades direccionais). Os microfones de gradiente de pressão exibem um fenómeno chamado efeito de proximidade que resulta num aumento acentuado da amplitude das frequências graves na proximidade da fonte sonora. Os famosos microfones da RCA de meados do século XX, eram designados como microfones de velocidade, mas na realidade estes microfones são gradiente de pressão pois apresentam uma directividade De fatos, os microfones  (ou puros gradientes de pressão) seguiriam as variações da velocidade das partículas se o diafragma do microfone não tivesse massa, mas como tem é necessária uma diferença de pressão para o fazer vibrar reuvis! 

                                             ALTO FALANTES 

Um altifalante (no Brasil alto-falante) é um dispositivo transdutor que converte um sinal eléctrico em ondas sonoras. São divididos em faixas de frequência de trabalho em twitter, mid-range e woofer.
Nos anos 20 existiam os fonógrafos mecânicos. Com o advento da válvula termoiônica, houve a necessidade de se criar um dispositivo capaz de transformar os sinais elétricos amplificados pelas válvulas em sinais sonoros; estes dispositivos são os alto-falantes ou altifalantes, que surgiram em meados de 1924, inicialmente para os fonógrafos elétricos, logo em seguida para os rádios receptores.
Os primeiros alto-falantes surgiram entre 1924 e 1925, como equipamento capaz de ampliar o som produzido pelos fonógrafos elétricos primitivos. Os diminutos movimentos comunicados à agulha, quando de sua passagem pelo sulco do disco, eram transformados em sinais elétricos que precisavam ser reconvertidos em vibrações mecânicas. E essa função não podia ser exercida pelas cornetas acústicas dos fonógrafos mecânicos. Surgiu, assim, o alto-falante de bobina móvel, desenvolvido pelos norte-americanos. A simplicidade de sua construção e a boa qualidade de reprodução sonora possibilitadas pelo novo dispositivo fizeram com que ele permanecesse praticamente inalterado até hoje.
Os fonógrafos mecânicos eram dispositivos a corda que tinham na base de um cone acústico (corneta) um diafragma que vibrava quando a agulha passava pelos sulcos dos discos. A amplificação era mecânica, e não tinham potência sonora suficiente para serem ouvidos em grandes ambientes.


Os fonógrafos elétricos já possuíam maior potência, pois a agulha fono captora gerava uma vibração equivalente ao som gravado nos sulcos do disco, vibração esta que era convertida em sinais elétricos , amplificados por um transformador de tensão que fazia o diafragma de um alto-falante vibrar, porém com maior potência que o som gerado originalmente pelo fono captor mecânico.
Já os fonógrafos eletrônicos tinham além de maior potência, maior qualidade no som gerado, pois como nos fonógrafos mecânico e elétrico, as vibrações dos sulcos do disco iam para a agulha que era ligada a um diafragma, porém este diafragma transformava através de um cone móvel sobre uma bobina dentro de um imã minúsculo, a vibração mecânica em ondas elétricas, o sinal era transportado até uma válvula eletrônica pré amplificadora, onde ganhava maior potência, para em seguida ir para uma segunda válvula, agora amplificadora. A válvula de potência entregava o sinal elétrico muitas vezes amplificado a um transformador de potência, que induzia a tensão elétrica na bobina central do alto-falante, presa a um cone de papel. A bobina estava inserida num imã potente, e, dentro de seu campo magnético, quando a tensão gerava uma corrente elétrica, a bobina vibrava na mesma frequência da agulha fono captora, porém com maior intensidade, transferindo esta vibração para o cone de papel, fazendo o ar vibrar e consequentemente gerando o som audível à plena potência. Surgiu, assim, o alto-falante de bobina móvel, desenvolvido pelos norte-americanos em 1924 por Chertes Rice e Edward Kellogg. A simplicidade de sua construção mecânica e a boa qualidade de reprodução sonora possibilitadas pelo novo dispositivo fizeram com que ele permanecesse praticamente inalterado até hoje.
Funcionamento
No alto-falante ocorre a transformação inversa aquela do microfone: a corrente elétrica é transformada em vibrações mecânicas do ar, reconstituindo o som inicial. Para tanto, é necessário o uso de uma bobina, um diafragma (um cone circular ou elíptico, geralmente de papelão por ter peso menor ou polipropileno, um plástico), um imã permanente (ou um eletroímã) e uma suspensão chamada "aranha". O diafragma fica preso na carcaça de metal por meio de um sistema de suspensão de borracha ou espuma localizado ao redor de sua borda externa (chamado de "surround" ou borda). Na parte central do cone, fica a bobina, posicionada entre os polos de um imã permanente e em suspensão pela "aranha", um disco de tecido ondulado grosso coberto com resina que facilita a movimentação da mesma.
Liga-se o enrolamento da bobina aos fios de saída do amplificador. No momento em que surgir corrente elétrica nestes fios, surgirá um campo magnético na bobina. Este irá interagir com o campo natural do imã permanente, criando uma reação de atração ou repulsão - consequentemente gerando o movimento do diafragma, que está livre para movimento, sendo sustentado pela "aranha". Esta movimentação diafragmática criará uma turbulência ritmada no ar, consequentemente, ondas sonoras.
Resumindo: o som produzido por um alto-falante nada mais é do que uma turbulência ritmada no ar, causada pelo movimento do diafragma, resultado da interação do campo magnético da bobina com o do imã permanente.
Para melhorar a reprodução o alto-falante passou a ser montado em uma caixa acústica.
Auto falante ou Alto-falante é um Transdutor eletracústico que transforma um sinal de audiofrequência numa onda acústica. Também é um ampliador do som nos aparelhos de rádio, televisão etc.


Esse tipo de alto-falante consiste basicamente de um cone (o diafragma) circular ou elíptico de pouco peso, geralmente de papelão, e de um conjunto de bobina e ímã. O diafragma fica preso no chassi de metal por meio de um sistema de suspensão localizado ao redor de sua borda externa. Na parte central do cone, fica a bobina, posicionada entre os polos de um ímã permanente e mantida nessa posição por uma segunda suspensão chamada "aranha". Ao enrolamento da bobina ligam-se os fios de saída do amplificador. Quando os sinais elétricos provenientes do amplificador passam pela bobina, produzem nela um campo magnético que varia de acordo com as vibrações de sinais. Como a bobina está sob a influência magnética do ímã permanente, ela passa a vibrar, fazendo vibrar também o cone. A vibração transmite-se ao ar, sob a forma de ondas sonoras. Assim, o som produzido pelo alto-falante nada mais é do que a turbulência ritmada do ar provocada pela vibração do diafragma.
Atendendo às exigências de reproduções cada vez mais fiéis do som original, os novos projetos passaram a considerar formas de superar os problemas causados pelo sistema de bobina móvel. Foi necessário cuidar para que o som gerado na superfície frontal do cone fosse isolado do emitido pela superfície posterior; caso contrário as ondas sonoras se cancelavam, prejudicando a reprodução dos sons graves.
Para melhorar a reprodução o alto-falante passou a ser montado em uma caixa acústica. Trata-se de uma caixa selada, revestida internamente com isolantes acústicos, de modo que a emissão sonora da superfície posterior do cone fica perfeitamente controlada. As caixas desse tipo, requerem maior potência do amplificador, mas oferecem melhor resposta em baixa frequência.
                                           CARTÃO MAGNÉTICO!

 


É um objeto de plástico de formato retangular em que pode armazenar qualquer tipo de dados digitais.
                                                    CARACTERISCAS



  • Requer batérias ou energia interna.
  •  Inteligência baseado em sistemas pré   estabelecidos (leitores) no externo do cartão.
  •  Capacidade de armazenamento limitado.
  •  É necessário um banco de dados centralizado
  •  Tecnologia simples.
  •  Sistema de segurança restrita.
  •  Baixo custo de fabricação.
links de videos!!

http://www.youtube.com/watch?v=93rwDFaAktU
http://www.youtube.com/watch?v=GnkubpmsgVY
http://www.youtube.com/watch?v=ozq1Y6xfdwo
http://www.youtube.com/watch?v=qCy2wEzPPQA

Um comentário:

  1. Muuito bom mesmo! São coisas que estão presentes em nosso dia-a-dia mas que nem percebemos o quão tecnológicas elas são tanto em estrutura quanto em funcionamento! Parabéns MST !!!

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